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Quanto vale seu tempo?

30/01/2025 10:11

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Os dias atuais estão cada vez mais dinâmicos, a velocidade impera em cliks após cliks. Nossos olhos mau recebem a luz de uma tela e já estamos em outras. Nossos ouvidos tapados, literalmente, por dispositivos acessórios que nos separam do mundo real, e deixam fluir nossa Wibe para viver a velocidade que os bytes nos oferecem!
Esta breve alegoria (não tão figurada assim) deve fazer parte do seu dia-a-dia. E você dirá que isto faz parte da nova era, a era digital, a era dos decives, dos instas e por ai afora. Tenho noção disto, e por isso mesmo me fiz esta pergunta: quanto vale meu tempo? Pois se a velocidade é tanta, se ficar parado a “onda leva”, como aquele camarão do adagio popular.
Mas como aqui é para discutirmos trânsito, e velocidade tem tudo a ver com nosso tema, proponho uma reflexão: Será que não estamos levando este mundo virtual para nossas ruas?
Pois bem, creio que sim, infelizmente a queremos andar na mesma velocidade da rede, só que ao invés de elétrons e fótons, estamos utilizando nossos veículos. Resultado, uma tragédia que já não é pequena, tende a se agravar cada vez mais.
A velocidade esta entre as principais causas de sinistros de trânsito, e quando não é a causa principal, ela se torna um agravante nos resultados negativos dos sinistros, pois quanto maior a velocidade cinética, maior vai ser a transferência de energia na hora da colisão. Quando estamos em
deslocamento, todos os nossos órgãos e sistemas estão também (é lógico), mas talvez não nos demos conta de que na desaceleração bruta do nosso veículo, nossos corpos tendem a continuar em movimento até parar em algo, o cinto de segurança (se formos prudentes). Só que nossos órgãos continuam, e como eles não tem cintos de segurança, acabam colidindo contra nosso sistema musculo-esquelético, e quanto maior a velocidade maior será a força desta colisão. Ou seja, a velocidade excessiva, mesmo que não resulte em um sinistro de trânsito pode lesionar nosso corpo, imagina em uma colisão frontal ou uma batida contra um poste.
Aí, aquela presa toda acaba, não por nossa vontade, mas pela limitação humana que, muitas vezes, esquecemos sobre o manto dos Terabytes e lembramos, sentidademente que ultrapassamos o limite.
Aí a pergunta valeu a pena? Quanto vale o nosso tempo para desperdiça-lo com velocidade?



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